transparência hacker

Republique – Lista de funcionários do Senado que estão processando o Congresso em Foco

Abaixo segue a lista dos 43 servidores do Senado que ganharam acima do teto em Agosto de 2009 – e que, por orientação do Sindilegis, estão processando o Congresso em Foco por publicizar esses dados, em 43 ações públicas idênticas, somando um pedido de mais de R$1 milhão em indenizações.

Raspando dados da Web com ScraperWiki e lxml

A comunidade Transparência Hacker costuma fazer alguns trabalhos: pegar dados da rede e organizar para poder usá-los em seus projetos; criar projetos que usam dados em formatos abertos para construir visualizações e aplicativos que constroem inteligência sobre esses dados e os enriquecem com interações da sociedade; e pressionar instituições, .gov, .org ou .com, a liberar dados, se possível em formatos abertos.

O primeiro pedaço poderia ser difícil se não fosse pelo ScraperWiki. É um misto de escrever colaborativamente (wiki) com um ambiente compartilhado para simplesmente escrever seu código e clicar em rodar. Sem ter que instalar bibliotecas, atualizar seu sistema ou manter um servidor de banco de dados. Tudo isso parece grego? Vamos com calma que eu vou tentar explicar com um exemplo: pegar os eventos da agenda do Visite São Paulo.

Quem é o hacker?

Os antropólogos me perdoem (e me corrijam), mas hacker é uma identidade dentro de uma cultura hacker. Logo ela precisa ser invocada para si, se identificar como hacker. Ao mesmo tempo, ela precisa ser reconhecida, não só pelos outros hackers como pela comunidade em geral, e isso passa pelas aprovações sociais necessárias, às vezes.

Um artista não pode se identificar como artista sem fazer arte. Mas não há (necessariamente) um julgamento meritocrático das suas obras: elas precisam existir (serem feitas) e serem apresentadas como uma proposta artística. O resto é debate.

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