cibercultura

à margem das multidões vociferosas

junho 22nd, 2009

vai-se o tempo de reclamar das massas silenciosas. o correio que iniciou conversas capitais entre pensadores intelectuais e ativistas ganhou o reforço da rede telefônica inclusive celular, das listas de email, redes sociais, câmeras digitais e blogs/microblogs. voz é o que não falta. minorias podem fazer sua própria agenda de atividades, suas próprias palavras de ordem (que perderão pouco a pouco seu espaço), construir seus próprios espaços. tudo isto mina pouco a pouco a democracia representativa, mas pode levar a um futuro ainda mais saudável. otimismo, claro.

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sobre as Gerações, parte 2

abril 18th, 2009

O artigo anterior termina provocando: não existe privacidade (caso você não tenha reparado ainda). É um tópico do artigo Kids, the Internet and the End of Privacy: The Greatest Generation Gap since Rock and Roll que eu deixei pra depois, para focar na diferença geracional. Luli Radfahrer, prof.

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breve sobre Corporações e Estados e a Nova Comunicação

abril 14th, 2009

Então eu leio no barrapunto.com, agregador espanhol, que a Coréia do Sul aprovou lei que exige identificação de conteúdo subido para redes sociais, se este alcança 100mil visitas. Como você não tem como saber se vai virar viral ou não, o jeito é se identificar. Como retaliação a essa prática, a Google vetou o upload de usuários que se identificam como sul-coreanos. Calma, eles ainda podem subir, mas precisam declarar-se como cidadãos de outra nação, no serviço.

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em defesa da Ética da Rede

abril 10th, 2009

Estou louco pra usar o termo "Network Nation", que Eric Raymond usa no artigo A Brief History of Hackerdom, para nomear as redes que nasceram pré-internet entre computadores rodando Unix. Mas o que interessa aqui é o fato de que existia uma vanguarda de cultura tecnológica, acertando atividades e atitudes para criar essas Nações, esse terreno.

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sobre o Preço de um Espaço Público

abril 5th, 2009

Este post é resposta ao meu colega midiálogo Gabriel Ishida, que expressou seu desagrado com as limitações de acesso a serviços Web, restringidos na base de pagamento. Ele compara as limitações do Flickr, Rapidshare e Last.fm, diferenciando o limite de acesso dos primeiros (limites de hospedagem, atrasos na interface) da exclusão ao acesso do Last.fm.

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breví­ssima no Bom Uso das Redes Sociais

março 2nd, 2009

Em um de seus posts mais recentes, Marco Gomes exibe seus trabalhos de fotografia e comenta na sua nova prática de organização para coletivizar a obra: twitar.

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breve nota sobre Redes Sociais Proprietárias

março 1st, 2009

Um artigo do TechCrunch denunciava uma cooperação entre uma das redes sociais mais bem sucedidas da web2.0, a Last.fm, e a mais odiada sociedade de proteção a direitos autorais: a RIAA. Dado o vazamento de um álbum do U2 nas redes P2P, a RIAA teria solicitado à Last.fm os dados dos usuários que scrobblaram faixas desse álbum.

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sobre as Gerações, parte 1

fevereiro 6th, 2009

Go through your first big breakup and you may need to change your status on Facebook from "In a relationship" to "Single." Everyone will see it on your "feed," including your ex, and that's part of the point.

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sobre o MP3, parte1

janeiro 13th, 2009

Terminadas minhas não-anunciadas férias, começo 2009 discutindo pela primeira vez um artigo publicado por um professor meu, do curso de Midialogia da Unicamp. O prof. dr. Eduardo Paiva lida como mp3 e suas potencialidades em um artigo publicado na revista RUA no ano passado.

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sobre a Inclusão Digital

dezembro 27th, 2008

Primeiro, permitam-me uma questão que balizará toda essa conversa: por que os filhos das classes média e alta podem ter acesso ao universo da internet, na privacidade de seus quartos, com banda larga, suporte via telefone e computadores poderosos para fazer um monte de coisas como baixar músicas, mixá-las, distribuí­-las, jogar videogames online, conversar com amigos velhos e novos, visitar e interagir com sites às vezes não tão adequados segundo os adultos - que aliás, um dia já viram as mesmas coisas em gibis escondidos dentro

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