academia

sobre as Gerações, parte 2

abril 18th, 2009

O artigo anterior termina provocando: não existe privacidade (caso você não tenha reparado ainda). É um tópico do artigo Kids, the Internet and the End of Privacy: The Greatest Generation Gap since Rock and Roll que eu deixei pra depois, para focar na diferença geracional. Luli Radfahrer, prof.

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sobre ser Jornalista no Brasil, no século 21, parte 2

abril 4th, 2009

Não estou obcecado com isso, mas estou acompanhando, preocupado com o futuro dos circuitos de (des)informação no paí­s onde eu vivo. A questão toda é bem balanceada, entre concentrar e desconcertar. Li hoje o argumento do Elias Machado, no Observatório da Imprensa, e suas opiniões me deram a vontade de desenvolver alguns elementos no debate. Espero ser menos entusiasta Web e mais crí­tico nesta parte 2 (o entusiasmo que eu vinha mostrando até agora neste blogue me fazia soar menos sério e menos crí­tico do que eu queria ser. fail).

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sobre ser Jornalista no Brasil, no século 21

março 3rd, 2009

O jornalismo conta com reserva de mercado desde 1969, isto é, só profissionais graduados em jornalismo podem exercer essa função na mí­dia e imprensa do século 20. Para a ditadura dos anos 70 no Brasil, deve ter sido uma boa esse controle, embora o professor da ECA/USP Eugênio Bucci, em artigo no Estadão, tenha sentido que "ela ajudou a elevar o padrão da profissão no Brasil".

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sobre as Gerações, parte 1

fevereiro 6th, 2009

Go through your first big breakup and you may need to change your status on Facebook from "In a relationship" to "Single." Everyone will see it on your "feed," including your ex, and that's part of the point.

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sobre o MP3, parte1

janeiro 13th, 2009

Terminadas minhas não-anunciadas férias, começo 2009 discutindo pela primeira vez um artigo publicado por um professor meu, do curso de Midialogia da Unicamp. O prof. dr. Eduardo Paiva lida como mp3 e suas potencialidades em um artigo publicado na revista RUA no ano passado.

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sobre a Inclusão Digital

dezembro 27th, 2008

Primeiro, permitam-me uma questão que balizará toda essa conversa: por que os filhos das classes média e alta podem ter acesso ao universo da internet, na privacidade de seus quartos, com banda larga, suporte via telefone e computadores poderosos para fazer um monte de coisas como baixar músicas, mixá-las, distribuí­-las, jogar videogames online, conversar com amigos velhos e novos, visitar e interagir com sites às vezes não tão adequados segundo os adultos - que aliás, um dia já viram as mesmas coisas em gibis escondidos dentro

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